Um jogo digno de dois campeões. Assim poderia definir o confronto de ontem entre o São Paulo e o Boca Juniors. Foi um jogo pegado, de luta, disciplina tática, muito mais que técnica, é verdade, mas um jogo acima de tudo emocionante. De um lado os tricolores sedentos por uma vitória, do outro a “canchera” equipe argentina.
O clima estava todo formado. Morumbi lotado, 47 mil espectadores gritando e cantando sem parar, a fim de empurrar a locomotiva em vermelho, preto e branco. Em pequeno número, mas sempre presentes, os hermanos de cores suecas, tentavam em vão, incentivar sua esquadra, detentora da vantagem do empate.
O Boca começou assustando. Logo aos 30 minutos, no primeiro ataque do jogo, os portenhos acertaram a trave de Rogério Ceni. Imediatamente o time da capital paulista respondeu com Leandro chutando rente a trave. A partir daí, o que se viu foi um tricolor muito aplicado, criando chances na base da organização e vontade, acuando os visitantes em seu campo de defesa.
Dagoberto em um lance genial na linha de fundo, faz fila e toca para a pequena área. Ainda não dessa vez, saia o gol que separava a vaga para a próxima fase. O atacante Borges, aos 21 do minutos, perde uma chance incrível na pequena área. Após passar por dois marcadores, toca fraco na saída do goleiro. Quase, mas não bastante. Entre chiados e fantasmas na tela da minha TV, acompanhava o jogo, à essa altura, já não mais imparcial. Sim, desejava a vitória são paulina.
Veio o intervalo e o placar não mudara. O 0x0 persistia, mas crescendo a idéia da classificação brasileira, abri uma cerveja a espera do segundo tempo. Enquanto isso no Rio de Janeiro, o Vasco abria 2x0 no Lanús. Não fosse pela eliminação do Goiás, a festa brasileira estava quase completa. Quase...
Como na primeira etapa, na segunda, o Boco esboçou uma pressão inicial. Aí que entra em jogo o brilho e garra do atacante cangaceiro Aloísio. Um veradeiro tanque de guerra. Depois de uma bola alçada na grande área e bobeada da zaga boquense, mata carinhosamente a bola no peito e fuzila o gol de Caranta. Um lance de raça e categoria. A torcida comemora.
Eletrizante o jogo segue. Os tricolores buscando o golpe de misericórdia, os argentinos correndo contra o relógio. Uma verdadeira batalha que só poderia ser travada entre os mais tradicionais paises do futebol.
A exaustão tomava conto dos jogadores são paulinos, um a um iam demonstrando sinal de fraqueza e contusões. Mas a noite era tricolor e a vontade de vencer prevaleceu. No fim, a base do desespero o Boca tentava inutilmente o tento que lhes asseguraria a vaga. Absoluto, o time chacotado de “bambi” provou na verdade ser um leão, segurando o resultado com sabedoria, passando assim para as quartas de final.
O barulho dos fogos e gritos espalhados pelo bairro constatavam a vitória do time que soube jogar melhor os dois jogos. Que nunca desistiu do objetivo traçado e que merece sem sombra de dúvidas, o título de melhor equipe brasileira da atualidade. Comemorem os seguidores do time do Morumbi. Agora, só resta esperar pelos chilenos.
O clima estava todo formado. Morumbi lotado, 47 mil espectadores gritando e cantando sem parar, a fim de empurrar a locomotiva em vermelho, preto e branco. Em pequeno número, mas sempre presentes, os hermanos de cores suecas, tentavam em vão, incentivar sua esquadra, detentora da vantagem do empate.
O Boca começou assustando. Logo aos 30 minutos, no primeiro ataque do jogo, os portenhos acertaram a trave de Rogério Ceni. Imediatamente o time da capital paulista respondeu com Leandro chutando rente a trave. A partir daí, o que se viu foi um tricolor muito aplicado, criando chances na base da organização e vontade, acuando os visitantes em seu campo de defesa.
Dagoberto em um lance genial na linha de fundo, faz fila e toca para a pequena área. Ainda não dessa vez, saia o gol que separava a vaga para a próxima fase. O atacante Borges, aos 21 do minutos, perde uma chance incrível na pequena área. Após passar por dois marcadores, toca fraco na saída do goleiro. Quase, mas não bastante. Entre chiados e fantasmas na tela da minha TV, acompanhava o jogo, à essa altura, já não mais imparcial. Sim, desejava a vitória são paulina.
Veio o intervalo e o placar não mudara. O 0x0 persistia, mas crescendo a idéia da classificação brasileira, abri uma cerveja a espera do segundo tempo. Enquanto isso no Rio de Janeiro, o Vasco abria 2x0 no Lanús. Não fosse pela eliminação do Goiás, a festa brasileira estava quase completa. Quase...
Como na primeira etapa, na segunda, o Boco esboçou uma pressão inicial. Aí que entra em jogo o brilho e garra do atacante cangaceiro Aloísio. Um veradeiro tanque de guerra. Depois de uma bola alçada na grande área e bobeada da zaga boquense, mata carinhosamente a bola no peito e fuzila o gol de Caranta. Um lance de raça e categoria. A torcida comemora.
Eletrizante o jogo segue. Os tricolores buscando o golpe de misericórdia, os argentinos correndo contra o relógio. Uma verdadeira batalha que só poderia ser travada entre os mais tradicionais paises do futebol.
A exaustão tomava conto dos jogadores são paulinos, um a um iam demonstrando sinal de fraqueza e contusões. Mas a noite era tricolor e a vontade de vencer prevaleceu. No fim, a base do desespero o Boca tentava inutilmente o tento que lhes asseguraria a vaga. Absoluto, o time chacotado de “bambi” provou na verdade ser um leão, segurando o resultado com sabedoria, passando assim para as quartas de final.
O barulho dos fogos e gritos espalhados pelo bairro constatavam a vitória do time que soube jogar melhor os dois jogos. Que nunca desistiu do objetivo traçado e que merece sem sombra de dúvidas, o título de melhor equipe brasileira da atualidade. Comemorem os seguidores do time do Morumbi. Agora, só resta esperar pelos chilenos.
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Em tempo, no estádio de São Januário, o Vasco despachou o Lanús ao vencer por 3x0. Assim, o time da colina se classificou paras quartas e muito provavelmente enfrentará o América do México. Expectativa de mais confrontos arrasadores.
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